Retinopatia Hipertensiva

O que é?

A pressão alta deixa marca nos vasos da retina — e é o único lugar do corpo onde dá para vê-los sem cortar nada.

O estreitamento arteriolar, os cruzamentos alterados e, nos casos graves, hemorragias e edema do nervo óptico contam há quanto tempo a pressão está descontrolada. Por isso o exame de fundo de olho é pedido também por cardiologista e nefrologista.

O tratamento é o controle da pressão arterial; o olho responde ao que o corpo faz. O acompanhamento é por retinografia e mapeamento de retina.

  • A retinopatia hipertensiva é uma condição que afeta a retina devido ao aumento da pressão arterial sistêmica.
Ela pode se manifestar de forma crônica ou aguda:
  • Forma Crônica: Caracterizada pelo estreitamento e esclerose das artérias retinianas.
  • Forma Aguda: Apresenta-se com hemorragias, edema e infartos na retina e no nervo óptico.

Como tratar?

  • O tratamento principal é a cirurgia de Vitrectomia Posterior, com a injeção de gás ou ar para fechar o buraco macular.
  • Como todos os pacientes submetidos a essa cirurgia eventualmente desenvolvem catarata, em alguns casos, a cirurgia de catarata é realizada no mesmo procedimento.

Como prevenir?

  • O tratamento principal consiste na normalização da pressão arterial através do uso de medicamentos anti-hipertensivos.

Pontos Essenciais

  • O exame mais relevante para o diagnóstico e acompanhamento é a retinografia, preferencialmente realizada em estéreo.
  • A Tomografia de Coerência Óptica (OCT) é útil para avaliar algumas complicações associadas à retinopatia hipertensiva.